Caiu, fraturou, torceu a coluna, perdeu movimento — e depois voltou pro batente sentindo dor, fazendo menos do que fazia ou ganhando menos do que ganhava? Então pode existir um valor caindo na sua conta todo mês até você se aposentar, mais os atrasados dos últimos 5 anos.
Leva menos de um minuto. Um especialista olha suas respostas e te diz no WhatsApp, sem rodeio, se o seu caso tem chance.
O tamanho depende do seu salário de contribuição e de quanto tempo passou desde o acidente. Para boa parte das pessoas, o valor surpreende.
Cai todo mês até o dia em que você se aposentar, e você não precisa largar o emprego pra receber. A conta é 50% do salário-de-benefício.
É tudo aquilo que já era pra ter caído na sua conta desde o acidente, pago de uma vez só. Quanto mais tempo se passou, maior o bolo acumulado.
Ao se aposentar o benefício para de vir — mas nada do que você recebeu é descontado. Não vira dívida nem diminui o seu benefício futuro.
Faixas baseadas em decisões judiciais já proferidas. O valor final de cada caso depende da sentença.
Durante anos a perícia do INSS só reconhecia o direito quando enxergava "redução significativa" da capacidade de trabalho. Na prática, isso quer dizer que muita gente voltou pro serviço mancando, sem força no braço, com a coluna travada, rendendo metade do que rendia — e mesmo assim saiu da perícia ouvindo um "indeferido".
Em abril de 2024 a Justiça Federal apertou o parafuso e deixou o critério mais honesto: sequela é sequela. Pouco importa se você voltou a trabalhar, se a perícia disse não na época ou se ninguém te avisou que esse direito existia.
Ou seja: se o acidente deixou marca no seu corpo — ainda que você tenha voltado ao trabalho, ainda que o salário tenha continuado igual, ainda que já faça anos — pode haver uma renda mensal te esperando até a aposentadoria, além de até 5 anos de atrasados.
Será que o meu caso se encaixa? →Você não precisa entender de lei. Essa parte é com a gente.
Do seu jeito, com as suas palavras. Quando foi, o que doeu, o que mudou na sua vida. Em uma conversa curta a gente já enxerga o seu caso.
Havendo chance de verdade, seguimos juntos. Não havendo, você ouve o motivo na hora — a gente não pega caso só pra encher a pasta.
Ajudamos a achar documento, traduzir exame e preencher o que for preciso. Você não vai ficar batendo perna sozinho.
Cada movimentação a gente te avisa. E tem sempre alguém no WhatsApp pra tirar dúvida, com paciência de gente.
Você não está atrás de um escritório distante. Está atrás de alguém que compre a sua briga.
Nada de bot, nada de menu com nove opções. Quem te responde é uma pessoa, e responde rápido.
Sem "outrossim", sem "destarte". A gente conversa do jeito que se conversa em casa.
Só tocamos o caso adiante quando enxergamos chance real. Do contrário, você ouve isso de cara.
Depois do "sim" começa o trabalho, não o silêncio. Seguimos até o valor entrar na sua conta.
Tratar você como pessoa, não como número de processo.
Dizer com todas as letras o que ninguém teve paciência de dizer.
E andar junto até o dinheiro entrar — sem você tirar nada do bolso antes.
Se alguém já te disse algo assim depois do acidente — o chefe, o colega de turno, o médico com pressa, um parente, o perito — então você sabe: a parte mais pesada não foi a do corpo. Foi ninguém levar a sério.
Aqui a gente escuta e acredita. E vai junto até o INSS olhar pra sua história com o respeito que ela merece.
Já são mais de 1.500 trabalhadores atendidos de norte a sul. 67% dos casos que analisamos foram deferidos — contra uma média nacional de 46,5% na Justiça Federal em 2024.
Carregava dois pesos: o do pé e o de achar que estava reclamando à toa. Tirei os dois das costas.
Achei que ia ser mais um pra me enrolar. Me responderam em minutos, e era uma pessoa, não um robô.
Falei com a empresa, com a perícia, com advogado. Ninguém enxergava. Aqui enxergaram na primeira conversa.
Pensei que tinha aguentado tudo por nada. Não foi por nada — só ninguém tinha me contado que o direito existia.
Foi a primeira vez que me ouviram sem me chamar de exagerada. Chorei quando vi o protocolo da ação.
Foi o primeiro dinheiro que entrou depois de anos apertando o cinto. Paguei o tratamento da minha mãe e ainda sobrou.
Se soubesse disso lá em 2019, já estaria recebendo há anos. Ninguém inventou esse direito pra mim — ele sempre foi meu.
Neste país, quem mais depende do INSS costuma ser quem menos recebe. Não é falta de direito. É falta de alguém dizendo que o direito existe.
O perito minimiza. A empresa não orienta. O sistema não faz questão de avisar. E o trabalhador acidentado sai dessa engrenagem achando que o problema é ele.
A injustiça maior não é o INSS negar o benefício. É deixar você sem saber que ele existe.
A Previdência BR nasceu pra virar esse jogo: dizer o que ninguém diz, em português claro, com atendimento que trata gente como gente. Atendimento 100% remoto pro Brasil inteiro, com base no Espírito Santo.
Você não precisa decifrar o INSS, nem entender laudo, nem ficar atualizando o e-CAC toda semana. Basta contar sua história pelo WhatsApp. Alguém da Previdência BR olha o seu caso e te responde sem enrolação se há chance. O resto a gente assume.